Família procura por mulher desaparecida há 10 dias em Candói

A polícia foi até a casa em que a mulher vivia, portas e janelas estavam acorrentadas. Não havia ninguém no local, mas o som estava ligado

O marido dela registrou boletim por desaparecimento no dia 28 de abril (Foto: Arquivo/RSN)

A polícia está a procura de Roberta Aparecida da Silva Batista. A jovem, moradora de Candói, está desaparecida desde o dia 22 de abril. Nesse sábado (1), uma irmã de Roberta esteve no Destacamento Policial, e levantou a suspeita de que a mulher estaria sendo mantida em cárcere privado. A Polícia Civil investiga o caso.

De acordo com a PM, a irmã afirmou que Roberta não responde mensagens desde o dia 22 de abril. A mãe delas, também afirmou que não vê a mulher há alguns dias. O marido dela, registrou boletim de ocorrência de desaparecimento no dia 28 de abril. Porém, conforme a família da mulher desaparecida, ele teria dado algumas informações desconexas sobre desaparecimento.

Assim, ele afirmou que a mulher teria deixado a casa sem motivo aparente e abandonou a filha de pouco mais de um ano de idade. Porém, os familiares dela afirmam que ela não procurou ninguém para pedir acolhimento e não acreditam que ela deixaria a filha.

POSSÍVEL LOCALIZAÇÃO

Ainda conforme as informações da PM, a situação foi repassada para a Polícia Civil e irmã de Roberta foi embora. Entretanto, no período da tarde, ela retornou ao Destacamento. Desse modo, ela disse que foi até a casa da irmã mas não conseguiu entrar. Além disso, todas as portas estavam fechadas com correntes, mas era possível ouvir uma música. A mulher afirmou ainda que chamou pelo nome da irmã e diz ter escutado um choro.

Assim, a mulher afirmou que temia que Roberta estivesse sendo mantida em cárcere privado. A PM foi até o local e constatou som em volume alto, porém, não houve contato. Desse modo, a equipe conseguiu acesso ao interior da casa, mas não havia ninguém no local. Além disso, todos os pertences de Roberta estão dentro da casa.

Por fim, a PM afirmou que a casa tem em todas as janelas estrutura de ferro, a qual não permite nem mesmo a entrada de luz solar. Além disso, todas as portas tem correntes com trancas, e há um sistema de monitoramento de câmeras. A Polícia Civil investiga o caso.

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